O
NOSSO TEMPLO
Todos os dias passo à nossa
Igreja…
É linda a torre erguida para o
Céu.
Passo, inclino-me e tiro o meu
chapéu,
dizendo para mim: Bendita seja.
Manhã cedinho, mal a luz se veja,
tocam sinos… Que é que aconteceu?
Será algum velhinho que morreu?
É um casamento, irmãos, Deus os
proteja!
Todos os dias passo ao arraial…
Senhora da Saúde… Festival,
foguetes… Alegria… Procissão.
Eu nela fui à Pia Baptismal.
Eu nela comunguei… E afinal
nela demos, Mulher, a nossa mão.
Rogério Pinto Moreira,
in Sol de Inverno